quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Enquetes

Exercício

Silvio Araújo RA 4048531
Marco Antônio Pereira RA 40492981

Texto: Jáder Rezende - Repórter - 11/11/2009 19:52

O mais recente levantamento da dengue, que abrangeu 33.341 imóveis, aponta que em 33,44% deles foram encontrados objetos descartáveis acumulados, propícios à proliferação do mosquito.
Em pelo menos duas de cada cem residências de Belo Horizonte foram detectados focos de dengue, na segunda quinzena de outubro, quando foi promovido o último Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti na capital (LIRAa).
O índice é o mesmo constatado no último levantamento, relativo a janeiro e março deste ano. O novo balanço da dengue na capital revelou que o LIRAa é de 2,2%, classificado pelo Ministério da Saúde como situação de alerta.
O quadro se torna ainda mais preocupante com a constatação de que 70% dos belo-horizontinos ainda não tiveram contato com os três tipos de vírus que circulam na capital. Para a Secretaria Municipal de Saúde, que conta com orçamento de R$ 15 milhões anuais para combater a dengue, a população é a principal responsável pela disseminação da doença.
O novo balanço da dengue foi apresentado ontem pelo secretário Municipal de Saúde, Marcelo Teixeira. Ele lamentou o fato de 90% da população deter informação sobre os cuidados básicos para se evitar a proliferação dos focos de dengue, mas mais da metade (54%) não adota as medidas necessárias para o combate às larvas do mosquito transmissor dentro da própria casa.
“É necessário que cada um faça a sua parte. Belo Horizonte está em estado de alerta. Trata-se de uma atitude a ser tomada em defesa da própria saúde e também de toda a cidade”, disse, destacando que 80% dos criadouros estão dentro dos lares.
Além da população, a culpa foi atribuída às intempéries do tempo, que, nos últimos meses, favoreceram a proliferação de larvas do mosquito transmissor. A antecipação das chuvas de outubro, com a maior média pluviométrica das últimas três décadas, e o calor escaldante registrado nas últimas semanas foram destacados por Teixeira como condições climáticas ideais para a eclosão de ovos do Aedes aegypti.
O levantamento indica, ainda, que as regiões historicamente mais afetadas continuam as mesmas: Norte, Noroeste e Pampulha, na divisa com o município de Contagem. As regiões do Barreiro e Centro-Sul apresentaram o menor índice de infestação (1,4%).
As ações de combate mais recentes envolveram ainda a notificação de quase 6 mil proprietários de imóveis que se encontravam fechados. Cerca de 600 proprietários, que se recusaram a abrir as portas para a verificação da existência de focos de dengue, tiveram os imóveis arrombados e foram multados, cada um, em R$ 5 mil.
Na manhã desta quarta-feira (11), o Grupo Executivo de Combate à Dengue se reuniu com a cúpula da Secretaria Municipal de Saúde para definir novas diretrizes no combate à doença. Foi definido que as ações passarão a ser mais estreitas com a Cemig, CBTU, Detran e Sindicato da Indústria da Construção Civil.
Teixeira informou ainda que, até o início de dezembro, 104 novos agentes de combate à dengue se juntarão aos 1.218 em atuação na cidade hoje, e que campanhas junto a escolas serão incrementadas na tentativa de reduzir os índices elevados. No dia 28 próximo, a Secretaria de Saúde promove mais um Dia D de Combate à Dengue na capital.


Perguntas:
Simples: Você já foi picado pelo mosquito da dengue? Sim ou não.
Elaborada: Você acha importante a população participar no combate a dengue?
Fórum: Qual o trabalho que a prefeitura vem realizando junto a comunidade?
Chat:Participe do chat com o ministro da saúde, sobre a proliferação da epidemia da dengue em Belo Horizonte, no dia 12 de novembro, de 14 às 17 horas.

Liminar impede aplicação da Lei Antifumo em dois mil estabelecimentos do Rio de Janeiro

No despacho, juiz diz que só cabe à União legislar sobre o assunto.
O governo do Estado vai recorrer da decisão.


No primeiro dia em que a nova Lei Antifumo começou a valer para efeito de fiscalização e multas, no Rio, o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) obteve uma liminar que isenta cerca de dois mil estabelecimentos associados da ação fiscalizadora. Com isso, os agentes não poderão aplicar qualquer punição aos donos desses estabelecimentos caso sejam flagrados clientes fumando.

O governo do Estado informou que, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), irá recorrer da liminar concedida ao Sindicato. Mas, segundo o subsecretário Jurídico, Pedro Henrique di Masi, a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil não recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (18), mandado de intimação referente à ação impetrada pelo SindRio.

A liminar foi concedida pelo juiz Luiz Henrique Marques, da 1ª Vara de Fazenda Pública, no final do expediente de terça-feira (17), e passa a valer a partir desta quarta-feira (18).

No despacho, o juiz alega que compete à União legislar sobre o assunto, uma vez que está em vigor desde 1996 uma lei federal que proíbe o fumo em locais públicos ou privados fechados.

Pelo menos 200 agentes da Vigilância Sanitária do Município estão nas ruas para fiscalizar se os estabelecimentos estão cumprindo a lei. A concentração maior é no Centro, Barra da Tijuca e bairros da Zona Sul. Ainda não há informações sobre a aplicação de multas.

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Enquete:
Você concorda com a liminar concedida ao SindRio?
( ) Sim
( ) Não

Enquete elaborada:
Você considera a nova lei antifumo anticonstitucional?
( ) Sim. Uma lei como esta limita a área de atuação do fumante e restringe sua liberdade.
( ) Não. O hábito de fumar é nocivo à saúde e não tem nenhum amparo na constituição federal.

Fórum
Comente a decisão do Juiz Luiz Henrique Marques.

Chat
Participe nesta quinta-feira, 19/11, às 18h30min, de um chat com o subsecretário Jurídico da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio, Pedro Henrique di Masi,sobre as conseqüências da liminar que impede os agentes da Vigilância Sanitária de multarem os estabelecimentos do SindRio que não cumprirem a nova lei antifumo

Postado por Dionathan Matos

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Manifestantes do Irã usam internet para difundir rebelião

As ruas iranianas foram tomadas por milhões de pessoas ontem. Os protestos ocorreram após o país anunciar a vitória do presidente Mahmaaud Ahmadinyad nas eleições do dia 12. O motivo principal foi a suspeita de uma fraude maciça na reeleição de Ahmadenejad, a rebelião ocorreu nas ruas, mas também com uma intensidade na internet por meio de redes sociais como Facebook, Twitter e no Youtube.
A conseqüência da crise no Irã vai muito além de suas fronteiras. A paz no mundo depende do desfecho. O pais possui a segunda maior reserva de petróleo do mundo, perde apenas para a Arábia Saudita. O Irã possui uma população de 71 milhões de habitantes, e é o maior reduto de mulçumanos do mundo.
Os protestos seguiram uma reação. AS marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda semana, foi seguida de forte repressão promovida pela policia ou integrantes de uma milícia. Islâmica. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e a não renovação de autorização de te permanência dos jornalistas estrangeiros, o Irã fechou as portas para o mundo.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Pauta

Dionathan Matos
Nome do site: aldeia.com.br

Tema
Jovens que não curtem relacionamentos virtuais

Finalidade da matéria
Mostrar que mesmo entre os jovens desta geração digital há quem curta relacionamentos amorosos e amizades à moda antiga, que valorizam o contato pessoal e o diálogo face a face.

Histórico do assunto
A internet configurou a forma de trabalhar, relaxar e até de namorar da geração que hoje está entrando na universidade. A rede criou, para eles, uma noção diferente de comunidade e novas formas de expressão, que são libertadoras e divertidas, mas que também podem se tornar um campo para trivialidades e até para exploração criminosa. A internet possibilita a ladrões de identidade e a predadores sexuais um novo lugar para procurar suas vítimas. Talvez mais comuns do que esses perigos já bem conhecidos sejam os dramas cotidianos causados pela disseminação de boatos on-line. E a coisa pode ficar feia, particularmente quando as pessoas divulgam seus perfis em diários on-line, os blogues.

Dados gerais sobre a matéria
Uma pesquisa divulgada nessa semana aponta que 20% dos jovens entre 22 e 30 anos terminam seus relacionamentos amorosos pela internet, em sites como o Facebook e o Twitter. O número aumenta entre aqueles que têm menos de 21 anos: 48% publicaram o fim do relacionamento na rede.Os dados foram obtidos a partir dos últimos 12 meses, por um questionário conduzido pelo site de presentes LoveHearts .
Os novos solteiros admitiram que enviaram uma mensagem de texto por celular ou por e-mail ou que mudaram o status de relacionamento da sua rede social --indicativo da separação dos nossos tempos. Quase todos os entrevistados (95%) admitiram usar o Facebook e o MySpace para pesquisar sobre novos parceiros amorosos. Os casais, segundo os dados da pesquisa, costumam usar sites para documentar seus relacionamentos.
Mais de 65% das pessoas que responderam à pesquisa disseram que disponibilizam suas fotos de relacionamento on-line, enquanto 48% usam os sites para anunciar seu compromisso.
"Não há dúvidas de que as redes sociais têm um efeito significativo em relacionamentos nesse começo de milênio", afirmou Andrew Matlow, da empresa que administra o site Love Hearts, ao jornal britânico "Daily Mail".

Fonte
Sílvia Flores – Psicóloga
Perguntas:
- Do ponto de vista psicológico, o que faz um jovem gostar ou não de relacionamentos virtuais?
- Até que ponto a família exerce influência sobre isso?
- Quais são as conseqüências do relacionamento virtual para vida social do jovem?

Personagem
Claudia – Estudante de jornalismo que não gosta de relacionamentos online

- Porque vc prefere escrever uma carta para um amigo do que enviar e-mail?
- Com que freqüência vc usa a internet?
- Você nunca teve vontade de fazer parte de alguma rede social?

Pauta

Centro Universitário Newton Paiva
Jornalismo 6º Período noite
José Sílvio de Araújo RA: 4048531
Tema do site Aldeia.
Enfoque do site: Público alvo jovens que gostam música , diversão e boa informação. Passaremos várias notícias , abordaremos o cinema e assuntos relacionados ao comportamento.
Matéria: Jovens na escola.
Finalidade: Mostrar o que é feito na escola na tentativa de melhorar a educação e inibir atitudes indesejáveis de alguns jovens.
Local: Escola Estadual Marques Afonso.
Público: Adolescentes e jovens, idade de 12 aos 20 anos.
Fontes: Diretor: William, professores e alunos.
Perguntas:
1- A escola utiliza algum programa específico?
2- Qual é a punição para os alunos que descumprirem as regras?
3- Existe algum trabalho voltado para os pais?
4- Alunos como lidam, vêem a escola?
5- O resultado da escola é satisfatório?

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Manifestantes declaram guerra virtual ao governo Ahmadinejad

Me preparando para a guerra nas ruas se ELE der luz verde...” Assim começa a última mensagem que a jovem iraniana Tara Mahtafar, de Teerã, colocou em seu twitter no momento em que esta reportagem começou a ser escrita, aos 21 minutos da quarta-feira, 21 de outubro. O verde a que ela se refere é a cor que invadiu o Irã desde que ELE, Mir Hossein Mousavi, resolveu desafiar os resultados oficiais das eleições para a Presidência do Irã.
O verde foi a cor escolhida por Mousavi, de 68 anos, pintor abstrato e arquiteto de obras relevantes, para dar a sua campanha o símbolo da esperança. Num artigo escrito para um dos melhores sites árabes em inglês, o Al Jazeera, Tara notou o traço “obamesco” da cruzada de Mousavi. “Um slogan é ‘dolat-e omid’, ou o governo da esperança”, escreveu ela.
Desencadeados por denúncias de fraude na eleição presidencial do último dia 12 de junho, os protestos na República Islâmica do Irã já ultrapassaram as ruas e seguem com uma intensidade surpreendente na internet, por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter e sites como o YouTube. Isso mostra que, ao contrário da ostilidade das democracias, principalmente as ocidentais, as novas ferramentas da internet estão incomodando os regimes totalitários.
A rebelião, tanto real quanto virtual, tem sido literalmente esmagada pelas autoridades do atual governo e por seus simpatizantes. As marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda a semana, foram seguidas de forte repressão promovida pela polícia ou por integrantes de uma milícia islâmica, a Basij, uma numerosa força paramilitar formada por voluntários à paisana.
Em uma semana, centenas de políticos oposicionistas e manifestantes foram presos, jornais foram censurados, comícios foram proibidos e universidades foram fechadas. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e terminou com a não renovação da autorização de permanência dos jornalistas estrangeiros, o que praticamente fechou o país aos observadores.
Mas a repressão não desanimou as massas insatisfeitas com o atual regime dos aiatolás. As marchas diminuíram, mas, ao que tudo indica, manifestantes e políticos oposicionistas estão longe de desistir da luta por eleições democráticas. E se os protestos não continuarem nas ruas, provavelmente continuarão no ciberespaço.
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quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mídia digital, um novo tipo de jornalismo

 Há 15 anos, a televisão, o rádio e o jornal impresso eram os únicos veículos de que um cidadão comum dispunha para se manter informado. Mas de lá para cá a internet trouxe uma série de novas tecnologias que revolucionaram a comunicação e, consequentemente, a forma de se fazer jornalismo. A Web 2.0, um novo conceito da experiência online, possibilitou a democratização da informação no ciberespaço. Pensar em comunicação hoje é pensar em interatividade e colaboração.
Os blogs constituem a ferramenta mais popular da nova internet. Tanto que as novidades hoje são frequentemente divulgadas primeiro em um blog e depois nos meios de comunicação de massa. Não são necessários conhecimentos técnicos para criar e gerenciar blogs. Um novo blog é criado cada vez que alguém pisca os olhos, segundo pesquisa do site de buscas Technorati entre 2002 e 2006.Eles se tornaram muito populares a partir dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, na cidade de Nova Yorque. Essas páginas virtuais também foram determinantes por ocasião das tragédias causadas pelo furacão Katrina no sudoeste dos Estados Unidos. Pessoas do mundo inteiro procuravam notícias na internet e já se sabia que as informações mais recentes poderiam estar nos blogs.
Através do blog qualquer pessoa em qualquer parte do mundo pode produzir divulgar suas ideias e, conforme as circunstâncias, influenciar a grande mídia. Foi o que aconteceu nos exemplos já citados. Isso é o “Jornalismo Cidadão”, um novo conceito no qual já não existe a separação entre o emissor e o receptor da notícia. Ou seja, tanto o jornalista quanto o leitor, o ouvinte e o telespectador, converteram-se em interlocutores que, através da web, colaboram e interagem na busca da informação de qualidade. Basta ter um celular ou uma câmera digital e pronto, em questão de minutos é possível registrar o fato e divulgá-lo na rede.
Não são apenas os blogs que proporcionam essa participação de forma global na produção de notícias. O mesmo se dá com outras ferramentas desenvolvidas na internet, como os vlogs, flogs, podcasts e os sites wiki. Esses últimos podem ter seu conteúdo alterado, apagado ou reescrito por quem quer que seja a qualquer momento. O modelo mais conhecido desses sites é a Wikipédia, uma enciclopédia virtual que surgiu em 2001 e que atualmente é usada como fonte de informações por milhões de pessoas no mundo inteiro, inclusive jornalistas. Obviamente que estes a usam, ou deveriam usar, apenas para obter informações básicas, que mesmo assim devem ser checadas em fontes mais seguras.
As redes sociais atraem novos usuários a cada minuto e pode-se dizer que elas mudaram a maneira de viver das pessoas. Antes os relacionamentos eram pessoais, agora são, cada vez mais, virtuais. Namorar pela internet já é uma coisa comum há muitos anos, mas agora já é possível até casar pela rede mundial de computadores. Recentemente foram divulgados vários casos de pessoas que reencontraram parentes desaparecidos há muito tempo através do Twiter, o novo fenômeno de popularidade da internet. O governador de São Paulo, José Serra, é um dos muitos políticos que perceberam o potencial desta nova ferramenta. Ele a usa como veículo de campanha.
As redes também tem o poder de transformar desconhecidos em celebridades da noite para o dia. É o caso da jovem Stéphani que produziu um vídeo intitulado “Stéphani e seu CrossFox”. O vídeo teve uma repercussão tão grande que ela foi convidada para o programa de TV Domingo Legal e ainda ganhou um CrossFox de presente da VolksWagen pela propaganda gratuita.
A internet colocou à nossa disposição uma série de instrumentos que não devem ser negligenciados pelos jornalistas. É claro que ninguém vai conseguir reconhecimento da mídia ou do mercado da noite para o dia só porque sabe manejar essas novas armas. Uma dose de técnica é sempre bem vinda, mas talento e criatividade sempre serão indispensáveis ao bom jornalismo.