Exercício
Silvio Araújo RA 4048531
Marco Antônio Pereira RA 40492981
Texto: Jáder Rezende - Repórter - 11/11/2009 19:52
O mais recente levantamento da dengue, que abrangeu 33.341 imóveis, aponta que em 33,44% deles foram encontrados objetos descartáveis acumulados, propícios à proliferação do mosquito.
Em pelo menos duas de cada cem residências de Belo Horizonte foram detectados focos de dengue, na segunda quinzena de outubro, quando foi promovido o último Levantamento do Índice Rápido do Aedes aegypti na capital (LIRAa).
O índice é o mesmo constatado no último levantamento, relativo a janeiro e março deste ano. O novo balanço da dengue na capital revelou que o LIRAa é de 2,2%, classificado pelo Ministério da Saúde como situação de alerta.
O quadro se torna ainda mais preocupante com a constatação de que 70% dos belo-horizontinos ainda não tiveram contato com os três tipos de vírus que circulam na capital. Para a Secretaria Municipal de Saúde, que conta com orçamento de R$ 15 milhões anuais para combater a dengue, a população é a principal responsável pela disseminação da doença.
O novo balanço da dengue foi apresentado ontem pelo secretário Municipal de Saúde, Marcelo Teixeira. Ele lamentou o fato de 90% da população deter informação sobre os cuidados básicos para se evitar a proliferação dos focos de dengue, mas mais da metade (54%) não adota as medidas necessárias para o combate às larvas do mosquito transmissor dentro da própria casa.
“É necessário que cada um faça a sua parte. Belo Horizonte está em estado de alerta. Trata-se de uma atitude a ser tomada em defesa da própria saúde e também de toda a cidade”, disse, destacando que 80% dos criadouros estão dentro dos lares.
Além da população, a culpa foi atribuída às intempéries do tempo, que, nos últimos meses, favoreceram a proliferação de larvas do mosquito transmissor. A antecipação das chuvas de outubro, com a maior média pluviométrica das últimas três décadas, e o calor escaldante registrado nas últimas semanas foram destacados por Teixeira como condições climáticas ideais para a eclosão de ovos do Aedes aegypti.
O levantamento indica, ainda, que as regiões historicamente mais afetadas continuam as mesmas: Norte, Noroeste e Pampulha, na divisa com o município de Contagem. As regiões do Barreiro e Centro-Sul apresentaram o menor índice de infestação (1,4%).
As ações de combate mais recentes envolveram ainda a notificação de quase 6 mil proprietários de imóveis que se encontravam fechados. Cerca de 600 proprietários, que se recusaram a abrir as portas para a verificação da existência de focos de dengue, tiveram os imóveis arrombados e foram multados, cada um, em R$ 5 mil.
Na manhã desta quarta-feira (11), o Grupo Executivo de Combate à Dengue se reuniu com a cúpula da Secretaria Municipal de Saúde para definir novas diretrizes no combate à doença. Foi definido que as ações passarão a ser mais estreitas com a Cemig, CBTU, Detran e Sindicato da Indústria da Construção Civil.
Teixeira informou ainda que, até o início de dezembro, 104 novos agentes de combate à dengue se juntarão aos 1.218 em atuação na cidade hoje, e que campanhas junto a escolas serão incrementadas na tentativa de reduzir os índices elevados. No dia 28 próximo, a Secretaria de Saúde promove mais um Dia D de Combate à Dengue na capital.
Perguntas:
Simples: Você já foi picado pelo mosquito da dengue? Sim ou não.
Elaborada: Você acha importante a população participar no combate a dengue?
Fórum: Qual o trabalho que a prefeitura vem realizando junto a comunidade?
Chat:Participe do chat com o ministro da saúde, sobre a proliferação da epidemia da dengue em Belo Horizonte, no dia 12 de novembro, de 14 às 17 horas.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Liminar impede aplicação da Lei Antifumo em dois mil estabelecimentos do Rio de Janeiro
No despacho, juiz diz que só cabe à União legislar sobre o assunto.
O governo do Estado vai recorrer da decisão.
No primeiro dia em que a nova Lei Antifumo começou a valer para efeito de fiscalização e multas, no Rio, o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) obteve uma liminar que isenta cerca de dois mil estabelecimentos associados da ação fiscalizadora. Com isso, os agentes não poderão aplicar qualquer punição aos donos desses estabelecimentos caso sejam flagrados clientes fumando.
O governo do Estado informou que, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), irá recorrer da liminar concedida ao Sindicato. Mas, segundo o subsecretário Jurídico, Pedro Henrique di Masi, a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil não recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (18), mandado de intimação referente à ação impetrada pelo SindRio.
A liminar foi concedida pelo juiz Luiz Henrique Marques, da 1ª Vara de Fazenda Pública, no final do expediente de terça-feira (17), e passa a valer a partir desta quarta-feira (18).
No despacho, o juiz alega que compete à União legislar sobre o assunto, uma vez que está em vigor desde 1996 uma lei federal que proíbe o fumo em locais públicos ou privados fechados.
Pelo menos 200 agentes da Vigilância Sanitária do Município estão nas ruas para fiscalizar se os estabelecimentos estão cumprindo a lei. A concentração maior é no Centro, Barra da Tijuca e bairros da Zona Sul. Ainda não há informações sobre a aplicação de multas.
Leia mais
Enquete:
Você concorda com a liminar concedida ao SindRio?
( ) Sim
( ) Não
Enquete elaborada:
Você considera a nova lei antifumo anticonstitucional?
( ) Sim. Uma lei como esta limita a área de atuação do fumante e restringe sua liberdade.
( ) Não. O hábito de fumar é nocivo à saúde e não tem nenhum amparo na constituição federal.
Fórum
Comente a decisão do Juiz Luiz Henrique Marques.
Chat
Participe nesta quinta-feira, 19/11, às 18h30min, de um chat com o subsecretário Jurídico da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio, Pedro Henrique di Masi,sobre as conseqüências da liminar que impede os agentes da Vigilância Sanitária de multarem os estabelecimentos do SindRio que não cumprirem a nova lei antifumo
Postado por Dionathan Matos
O governo do Estado vai recorrer da decisão.
No primeiro dia em que a nova Lei Antifumo começou a valer para efeito de fiscalização e multas, no Rio, o Sindicato dos Hotéis, Bares e Restaurantes (SindRio) obteve uma liminar que isenta cerca de dois mil estabelecimentos associados da ação fiscalizadora. Com isso, os agentes não poderão aplicar qualquer punição aos donos desses estabelecimentos caso sejam flagrados clientes fumando.
O governo do Estado informou que, por meio da Procuradoria Geral do Estado (PGE), irá recorrer da liminar concedida ao Sindicato. Mas, segundo o subsecretário Jurídico, Pedro Henrique di Masi, a Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil não recebeu, até o início da tarde desta quarta-feira (18), mandado de intimação referente à ação impetrada pelo SindRio.
A liminar foi concedida pelo juiz Luiz Henrique Marques, da 1ª Vara de Fazenda Pública, no final do expediente de terça-feira (17), e passa a valer a partir desta quarta-feira (18).
No despacho, o juiz alega que compete à União legislar sobre o assunto, uma vez que está em vigor desde 1996 uma lei federal que proíbe o fumo em locais públicos ou privados fechados.
Pelo menos 200 agentes da Vigilância Sanitária do Município estão nas ruas para fiscalizar se os estabelecimentos estão cumprindo a lei. A concentração maior é no Centro, Barra da Tijuca e bairros da Zona Sul. Ainda não há informações sobre a aplicação de multas.
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Enquete:
Você concorda com a liminar concedida ao SindRio?
( ) Sim
( ) Não
Enquete elaborada:
Você considera a nova lei antifumo anticonstitucional?
( ) Sim. Uma lei como esta limita a área de atuação do fumante e restringe sua liberdade.
( ) Não. O hábito de fumar é nocivo à saúde e não tem nenhum amparo na constituição federal.
Fórum
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Participe nesta quinta-feira, 19/11, às 18h30min, de um chat com o subsecretário Jurídico da Secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil do Rio, Pedro Henrique di Masi,sobre as conseqüências da liminar que impede os agentes da Vigilância Sanitária de multarem os estabelecimentos do SindRio que não cumprirem a nova lei antifumo
Postado por Dionathan Matos
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Manifestantes do Irã usam internet para difundir rebelião
As ruas iranianas foram tomadas por milhões de pessoas ontem. Os protestos ocorreram após o país anunciar a vitória do presidente Mahmaaud Ahmadinyad nas eleições do dia 12. O motivo principal foi a suspeita de uma fraude maciça na reeleição de Ahmadenejad, a rebelião ocorreu nas ruas, mas também com uma intensidade na internet por meio de redes sociais como Facebook, Twitter e no Youtube.
A conseqüência da crise no Irã vai muito além de suas fronteiras. A paz no mundo depende do desfecho. O pais possui a segunda maior reserva de petróleo do mundo, perde apenas para a Arábia Saudita. O Irã possui uma população de 71 milhões de habitantes, e é o maior reduto de mulçumanos do mundo.
Os protestos seguiram uma reação. AS marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda semana, foi seguida de forte repressão promovida pela policia ou integrantes de uma milícia. Islâmica. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e a não renovação de autorização de te permanência dos jornalistas estrangeiros, o Irã fechou as portas para o mundo.
A conseqüência da crise no Irã vai muito além de suas fronteiras. A paz no mundo depende do desfecho. O pais possui a segunda maior reserva de petróleo do mundo, perde apenas para a Arábia Saudita. O Irã possui uma população de 71 milhões de habitantes, e é o maior reduto de mulçumanos do mundo.
Os protestos seguiram uma reação. AS marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda semana, foi seguida de forte repressão promovida pela policia ou integrantes de uma milícia. Islâmica. O cerco à informação começou com o bloqueio de sites e a não renovação de autorização de te permanência dos jornalistas estrangeiros, o Irã fechou as portas para o mundo.
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