quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Pauta
Nome do site: aldeia.com.br
Tema
Jovens que não curtem relacionamentos virtuais
Finalidade da matéria
Mostrar que mesmo entre os jovens desta geração digital há quem curta relacionamentos amorosos e amizades à moda antiga, que valorizam o contato pessoal e o diálogo face a face.
Histórico do assunto
A internet configurou a forma de trabalhar, relaxar e até de namorar da geração que hoje está entrando na universidade. A rede criou, para eles, uma noção diferente de comunidade e novas formas de expressão, que são libertadoras e divertidas, mas que também podem se tornar um campo para trivialidades e até para exploração criminosa. A internet possibilita a ladrões de identidade e a predadores sexuais um novo lugar para procurar suas vítimas. Talvez mais comuns do que esses perigos já bem conhecidos sejam os dramas cotidianos causados pela disseminação de boatos on-line. E a coisa pode ficar feia, particularmente quando as pessoas divulgam seus perfis em diários on-line, os blogues.
Dados gerais sobre a matéria
Uma pesquisa divulgada nessa semana aponta que 20% dos jovens entre 22 e 30 anos terminam seus relacionamentos amorosos pela internet, em sites como o Facebook e o Twitter. O número aumenta entre aqueles que têm menos de 21 anos: 48% publicaram o fim do relacionamento na rede.Os dados foram obtidos a partir dos últimos 12 meses, por um questionário conduzido pelo site de presentes LoveHearts .
Os novos solteiros admitiram que enviaram uma mensagem de texto por celular ou por e-mail ou que mudaram o status de relacionamento da sua rede social --indicativo da separação dos nossos tempos. Quase todos os entrevistados (95%) admitiram usar o Facebook e o MySpace para pesquisar sobre novos parceiros amorosos. Os casais, segundo os dados da pesquisa, costumam usar sites para documentar seus relacionamentos.
Mais de 65% das pessoas que responderam à pesquisa disseram que disponibilizam suas fotos de relacionamento on-line, enquanto 48% usam os sites para anunciar seu compromisso.
"Não há dúvidas de que as redes sociais têm um efeito significativo em relacionamentos nesse começo de milênio", afirmou Andrew Matlow, da empresa que administra o site Love Hearts, ao jornal britânico "Daily Mail".
Fonte
Sílvia Flores – Psicóloga
Perguntas:
- Do ponto de vista psicológico, o que faz um jovem gostar ou não de relacionamentos virtuais?
- Até que ponto a família exerce influência sobre isso?
- Quais são as conseqüências do relacionamento virtual para vida social do jovem?
Personagem
Claudia – Estudante de jornalismo que não gosta de relacionamentos online
- Porque vc prefere escrever uma carta para um amigo do que enviar e-mail?
- Com que freqüência vc usa a internet?
- Você nunca teve vontade de fazer parte de alguma rede social?
Pauta
Jornalismo 6º Período noite
José Sílvio de Araújo RA: 4048531
Tema do site Aldeia.
Enfoque do site: Público alvo jovens que gostam música , diversão e boa informação. Passaremos várias notícias , abordaremos o cinema e assuntos relacionados ao comportamento.
Matéria: Jovens na escola.
Finalidade: Mostrar o que é feito na escola na tentativa de melhorar a educação e inibir atitudes indesejáveis de alguns jovens.
Local: Escola Estadual Marques Afonso.
Público: Adolescentes e jovens, idade de 12 aos 20 anos.
Fontes: Diretor: William, professores e alunos.
Perguntas:
1- A escola utiliza algum programa específico?
2- Qual é a punição para os alunos que descumprirem as regras?
3- Existe algum trabalho voltado para os pais?
4- Alunos como lidam, vêem a escola?
5- O resultado da escola é satisfatório?
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Manifestantes declaram guerra virtual ao governo Ahmadinejad
O verde foi a cor escolhida por Mousavi, de 68 anos, pintor abstrato e arquiteto de obras relevantes, para dar a sua campanha o símbolo da esperança. Num artigo escrito para um dos melhores sites árabes em inglês, o Al Jazeera, Tara notou o traço “obamesco” da cruzada de Mousavi. “Um slogan é ‘dolat-e omid’, ou o governo da esperança”, escreveu ela.
Desencadeados por denúncias de fraude na eleição presidencial do último dia 12 de junho, os protestos na República Islâmica do Irã já ultrapassaram as ruas e seguem com uma intensidade surpreendente na internet, por meio de redes sociais como o Facebook e o Twitter e sites como o YouTube. Isso mostra que, ao contrário da ostilidade das democracias, principalmente as ocidentais, as novas ferramentas da internet estão incomodando os regimes totalitários.
A rebelião, tanto real quanto virtual, tem sido literalmente esmagada pelas autoridades do atual governo e por seus simpatizantes. As marchas com centenas de milhares de pessoas, durante toda a semana, foram seguidas de forte repressão promovida pela polícia ou por integrantes de uma milícia islâmica, a Basij, uma numerosa força paramilitar formada por voluntários à paisana.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Mídia digital, um novo tipo de jornalismo
Há 15 anos, a televisão, o rádio e o jornal impresso eram os únicos veículos de que um cidadão comum dispunha para se manter informado. Mas de lá para cá a internet trouxe uma série de novas tecnologias que revolucionaram a comunicação e, consequentemente, a forma de se fazer jornalismo. A Web 2.0, um novo conceito da experiência online, possibilitou a democratização da informação no ciberespaço. Pensar em comunicação hoje é pensar em interatividade e colaboração.Os blogs constituem a ferramenta mais popular da nova internet. Tanto que as novidades hoje são frequentemente divulgadas primeiro em um blog e depois nos meios de comunicação de massa. Não são necessários conhecimentos técnicos para criar e gerenciar blogs. Um novo blog é criado cada vez que alguém pisca os olhos, segundo pesquisa do site de buscas Technorati entre 2002 e 2006.Eles se tornaram muito populares a partir dos atentados terroristas de 11 de setembro de 2001, na cidade de Nova Yorque. Essas páginas virtuais também foram determinantes por ocasião das tragédias causadas pelo furacão Katrina no sudoeste dos Estados Unidos. Pessoas do mundo inteiro procuravam notícias na internet e já se sabia que as informações mais recentes poderiam estar nos blogs.
Através do blog qualquer pessoa em qualquer parte do mundo pode produzir divulgar suas ideias e, conforme as circunstâncias, influenciar a grande mídia. Foi o que aconteceu nos exemplos já citados. Isso é o “Jornalismo Cidadão”, um novo conceito no qual já não existe a separação entre o emissor e o receptor da notícia. Ou seja, tanto o jornalista quanto o leitor, o ouvinte e o telespectador, converteram-se em interlocutores que, através da web, colaboram e interagem na busca da informação de qualidade. Basta ter um celular ou uma câmera digital e pronto, em questão de minutos é possível registrar o fato e divulgá-lo na rede.
Não são apenas os blogs que proporcionam essa participação de forma global na produção de notícias. O mesmo se dá com outras ferramentas desenvolvidas na internet, como os vlogs, flogs, podcasts e os sites wiki. Esses últimos podem ter seu conteúdo alterado, apagado ou reescrito por quem quer que seja a qualquer momento. O modelo mais conhecido desses sites é a Wikipédia, uma enciclopédia virtual que surgiu em 2001 e que atualmente é usada como fonte de informações por milhões de pessoas no mundo inteiro, inclusive jornalistas. Obviamente que estes a usam, ou deveriam usar, apenas para obter informações básicas, que mesmo assim devem ser checadas em fontes mais seguras.
As redes sociais atraem novos usuários a cada minuto e pode-se dizer que elas mudaram a maneira de viver das pessoas. Antes os relacionamentos eram pessoais, agora são, cada vez mais, virtuais. Namorar pela internet já é uma coisa comum há muitos anos, mas agora já é possível até casar pela rede mundial de computadores. Recentemente foram divulgados vários casos de pessoas que reencontraram parentes desaparecidos há muito tempo através do Twiter, o novo fenômeno de popularidade da internet. O governador de São Paulo, José Serra, é um dos muitos políticos que perceberam o potencial desta nova ferramenta. Ele a usa como veículo de campanha.
A internet colocou à nossa disposição uma série de instrumentos que não devem ser negligenciados pelos jornalistas. É claro que ninguém vai conseguir reconhecimento da mídia ou do mercado da noite para o dia só porque sabe manejar essas novas armas. Uma dose de técnica é sempre bem vinda, mas talento e criatividade sempre serão indispensáveis ao bom jornalismo.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Podcasts
Redes Sociais
As novas ferramentas da comunicação fizeram com que relacionamentos pessoais se tornassem virtuais. Hoje em dia é possível fazer compras, viajar para qualquer parte do mundo, conhecer pessoas, namorar e até mesmo casar pela internet. As crianças não brincam mais nas ruas, nem sequer sabem o que é “queimada”, “rouba bandeira”, “pique-esconde”, “pega-pega”, etc. Suas diversões estão focadas nos mais variados jogos eletrônicos. Eis alguns exemplos de redes sociais: Orkut, twitter, MSN Messenger, Google Talk, MySpace, FaceBook, entre outras. As redes sociais podem ser divididas em três vertentes: Rede Social Primária ou Informal, formada por todas as relações que as pessoas estabelecem durante a vida cotidiana; Rede Social Secundária ou Global: é formada por profissionais e funcionários de instituições públicas ou privadas, por organizações não-governamentais, organizações sociais etc; Rede Social Intermediária ou Rede Associativa: é formada por pessoas que receberam capacitação especializada, tendo como função a prevenção e apoio. terça-feira, 6 de outubro de 2009
Videolog
Videolog (ou vlog) é uma variante de weblogs cujo conteúdo principal consiste Weblog

O nome vem da contração de duas palavras em inglês, “web”, de World Wide Web, e “log”, que pode ser traduzida como registro. Blogs são páginas da internet atualizadas regularmente por uma pessoa ou um grupo. Trazem textos, imagens, gráficos e quaisquer arquivos multimídia. As novidades hoje são frequentemente divulgadas primeiro em um blog e depois nos meios de comunicação de massa. Era um hoby juvenil, entrou no marketing dos negócios e tornou-se até profissão. Um blog tem estrutura cronológica, como um livro que começa pelo final (sempre o que você postou por último é que aparece). Tem o aspecto de um diário, ou seja, separa posts por data. Os leitores podem comentar os posts. Poder de um blog = RSS (Really Simple Sindication = divulgação muito simples). Tudo que foi escrito pode ser publicado em formato de arquivo RSS). Detalhes técnicos são irrelavantes para a manutenção de um blog. A primeira aparição dos Blogs foi em 1999. O criador foi um estudante norte-americano chamado Justin Hall. Os blogs se tornaram um fenômeno a partir do atentado terrorista às torres gêmeas do Word Trade Center em 2001. Na blogsfera, o cidadão passa a ser um produtor de informações. O receptor interage com o emissor. Um novo blog é criado cada vez que você pisca os olhos, segundo pesquisa do site de buscas Technorati entre 2002 e 2006.
