segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Web 2.0


Grupo:
Dionathan Matos
Emiliene
Jefferson Delbem
Leonardo Cunha
Marcus Marques
Pedro Colen


Inicialmente fizemos um apanhado sobre como eram as coisas na época da Web 1.0 e como ficaram após o advento da Web 2.0. Em seguida dissertamos sobre os modelos da Web 2.0, Podcast, Blog, Twuitter, Youtube, Wikis, Orkut, etc. “A nova fase da internet nada tem a ver com forma, mas com conteúdo. E também não se trata de uso intensivo da tecnologia, mas de interação na comunicação.” Frase de Ana Redig que ilustra bem essa parte da apresentação. Falamos ainda sobre as dificuldades e cuidados necessários no manuseio das novas tecnologias proporcionadas pela Web 2.0. Citamos a dificuldade de censura, a necessidade de senso crítico e o aumento da insegurança digital. No tópico sobre “Jornalismo Cidadão” consideramos como as novas ferramentas da Web contribuem para a democratização da informação. Isso se dá através da colaboração de pessoas do mundo inteiro na informação veiculada na mídia. O trabalho também abordou personalidades que aderiram ao poder da Web 2.0 como o jogador de basquete Shaquille O'Neal, o jornalista Ricardo Noblat e o governador de São Paulo José Serra.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Um novo conceito em jornalismo

Um dos jornalistas mais experientes e respeitados na atualidade, fala sobre
a importância da mídia digital e dá dicas importantes para os estudantes


Sílvio Araújo

Um simulacro de jornalismo, é assim que o jornalista e blogueiro Ricardo Noblat classifica o trabalho realizado pelas assessorias de comunicação. A declaração foi feita nessa última quarta-feira durante entrevista concedida aos alunos do Centro Universitário Newton Paiva. Ele falou de seu blog, que é um fenômeno de audiência na internet, e debateu sobre a importância da convergência das mídias para a democratização da informação.
O blog foi criado em 2004, mas Noblat não imaginava que ele se tornaria o mais acessado do Brasil, com uma média de 100.000 visitas diariamente. O blog é uma referência em política, que sempre foi um tema muito apreciado e explorado por Noblat ao longo de sua carreira de mais de 40 anos. O jornalista acredita que a política só é vista como um assunto chato porque os jornalistas brasileiros a abordam de forma chata. Segundo ele, se as notícias sobre política fossem escritas de forma atrativa, os brasileiros a veriam como algo fascinante.
Noblat acredita que a mídia impressa terá de passar por uma transformação para se adaptar à nova realidade do mercado, mas não crê que o jornal impresso deixe de existir. Vê na internet e, particularmente, no blog, a possibilidade de um espaço para debates democráticos com participação significativa dos internautas. “Blog é informação instantânea com possibilidade de aprofundamento”. De acordo com ele, os leitores redefininem o conteúdo do blog.
Noblat diz que o jornalista deve fazer seu trabalho com paixão, ou terá a qualidade comprometida. A apuração na mídia eletrônica deve ser, de acordo com ele, muito mais rigosora, pois “é mais difícil diluir um erro cometido na internet”. Considera muito importante reconhecer erros em material já publicado, atitude conhecida como “mea culpa”, e que não é prática muito comum no jornalismo. “Sempre fui muito rigoroso com a questão da apuração das informações”. Noblat ressalta que “o jornalista deve ser partidário da população”, mas admite que nenhum jornalista consegue ser isento de opinião.
Defende a democratização da informação e, ao contrário da maioria dos brasileiros, não apóia a obrigatoriedade do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Para ele, a internet possibilita que qualquer pessoa crie conteúdo jornalístico e derrube o monopólio que os jornlistas formados “achavam que tinham”. Na sua opinião, o indispensável para o exercício do jornalismo não é o diploma, e sim o talento.



O Que é Ser Blogueiro

Ricardo Noblat fala de internet, jornalismo e política. Ele não considera o diploma de jornalista como um pré-requisito para o exercício da profissão, e diz que as assessorias de imprensa fazem um "simulacro" de jornalismo.


Dionathan Matos

Uma pesquisa nacional da CNT/Sensus realizada em setembro de 2008, apontou que 74,3% da população brasileira é a favor da exigência do diploma para o exercício da profissão de jornalista. Mas Ricardo Noblat não faz parte deste percentual. Com mais de 40 anos dedicados ao jornalismo, principalmente impresso, ele acredita que talento, paixão e dedicação é que são elementos realmente indispensáveis para produzir conteúdo de qualidade. Em entrevista concedida aos alunos do Centro Universitário Newton Paiva na última quarta-feira (26/08), Noblat falou sobre seu blog, o mais visitado no Brasil, e debateu sobre os desafios do jornalismo na atualidade e a importância da mídia digital. O debate foi mediado por Claudinei Ferreira e contou também com a participação do jornalista Guilherme Kujawsky.
O “blog do Noblat”, hospedado no site do jornal O Globo, tem uma média de 100.000 visitas diárias. Ricardo Noblat iniciou seu trabalho de blogueiro em março de 2004 sem alimentar muita expectativa. Ele afirma que subestimava o blog até saber de sua audiência. Hoje reconhece que as atividades no blog lhe dão muito mais trabalho do que suas antigas funções como jornalista. Segundo ele, o horário de trabalho é indefinido e há expectativa de notícias para postar o tempo todo. Noblat vê a internet como um instrumento muito importante para a democratização da informação.
Como jornalista, Ricardo Noblat inciou sua carreira na década de 1960, logo no início da ditadura militar. Sempre se interessou muito pela política, que é a nota tônica de seu blog. De acordo com ele, a política é vista pelos brasileiros como uma coisa chata porque os jornalistas a tratam assim. Além de incentivar o debate, um dos seus objetivos com o blog é tornar os temas políticos atrativos para os leitores. “As pessoas expressam o que pensam mesmo anônimas ou sob pseudônimos”, diz. Ainda segundo o jornalista, a internet incomoda muito os países de regimes totalitários. Como exemplo ele cita os casos de tortura durante a guerra do Iraque. Os veículos impressos tinham as fotos que comprovavam esses crimes, mas não divulgaram e o fato só veio ao conhecimento público através da internet.
Sobre o trabalho em assessorias, Noblat dispara: “as assessorias de imprensa não fazem jornalismo, elas fazem um simulacro, algo muito parecido, mas que não é jornalismo”. Segundo ele, o jornalista que tiver paixão e estiver disposto a primar sempre pelo interesse público, ainda que precise bater de frente com os interesses de gente poderosa, terá muitos problemas no caminho, mas fará um jornalismo com muito mais qualidade do que os acomodados.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Apresentação do Blog


Este blog foi desenvolvido durante o 6º período do curso de jornlismo do Centro Universitário Newton Paiva, como parte das atividades da disciplina de Jornalismo Online. Nosso propósito com o blog é, além de realizar postagens periódicas relacionadas à disciplina, postar também comentários sobres os assuntos que estejam em voga. Iremos sempre nos ater à uma regra pré-determinada: a de postar comentários sobre apenas três assuntos diariamente.